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Categoria: Saúde

Saiba quais são e como identificar os 5 tipos de transtornos alimentares

Dr. João Aguiar, especialista em Endocrinologia clínica, diz que aumento de casos preocupa especialistas

Crédito imagem: Shutterstock

De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, 70 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de algum tipo de transtorno alimentar e o número de mortes provocadas por esses distúrbios gira em torno de 19% desse total, quase 14 milhões de pessoas.  “Os transtornos se caracterizam por um comportamento alimentar doentio em que há uma relação não saudável com o alimento. Pode se manifestar de maneira física, como vômitos, ou por alteração psíquica com privação da alimentação”, esclarece o Dr. João Aguiar.

Os distúrbios podem ser classificados em cinco categorias:

Transtorno da ruminação – é a incidência de episódios de regurgitação e ruminação ou cuspidas sem causa patológica e normalmente não está relacionada a outros transtornos alimentares.

Transtorno conhecido como P-I-C-A  –  é a ingestão de substâncias que não fazem parte dos alimentos aceitos pela sociedade, como terra, barro, cabelo, cinzas de cigarro e  fezes de animais. É mais  comum em  indivíduos com  deficiência intelectual ou outros distúrbios mentais.

Transtorno da compulsão alimentar periódica (binge eating) – é quando o  paciente apresenta episódios de compulsão alimentar, causando frequentemente obesidade e sobrepeso . O seu diagnóstico se baseia em episódios de ingestão de grande quantidade  de alimento em curto espaço de tempo com a sensação de perda de controle.

Anorexia Nervosa – Popular entre os meios de comunicação e a sociedade, a anorexia nervosa pode ser de dois tipos: restritivo e bulímico. No primeiro, o paciente tem baixo peso por conta da restrição alimentar, períodos prolongados de jejum  e  excesso de exercícios físicos. No segundo caso o paciente  até  se alimenta,  porém provoca o vômito para  que não ocorra ganho de peso. Em geral, os pacientes são bem magros, com olhos fundos, pele e cabelos ressecados e unhas quebradiças. As queixas mais frequentes  são fraqueza, tontura, desmaio e  mal-estar geral, diminuição dos níveis de hormônios sexuais  e  tireoide,  além do  aumento dos níveis de cortisol. Na mulher  ocorre  ausência de menstruação  e em alguns casos o  aparecimento precoce de osteoporose.  No homem há redução dos  testículos e de libido e  infertilidade. “Essa divisão é didática, pois frequentemente encontramos essas duas características em um mesmo paciente. A incidência mundial é estimada em 1 caso para cada 100.000 pessoas, mas se considerarmos apenas as mulheres jovens e brancas de países desenvolvidos essa taxa se eleva para 1 caso a cada 200”, afirma Dr. João.

Bulimia Nervosa –  a bulimia se caracteriza por quadros recorrentes de ingestão de grandes quantidades de alimentos em curto espaço de tempo, acompanhados por uma preocupação constante com o peso e com o corpo que  costumam ser seguidos por enorme sensação de culpa, fazendo com que o paciente recorra à  indução de vômito, excesso de exercícios físicos e uso de medicamentos como diuréticos, laxantes, hormônios e  anfetamina. Os indivíduos apresentam aspecto de irritação e depressão e estão sempre insatisfeitos com o  corpo. Geralmente tem peso  adequado  ou  um pouco acima, a pele e cabelos são secos, aparecem letargia, alterações menstruais, dor  e distensão abdominal. Além disso, os dentes ficam amarelados  pelo constante contato do suco gástrico com o esmalte dentário. Um sinal clássico é o de Russel, em que aparece um calo no dorso da  mão provocado pelo atrito com os dentes no momento do estímulo do vômito.

As causas da anorexia e da bulimia são parecidas, estando relacionadas a fatores biológicos, psíquicos, sociais, familiares e/ou ambientais. “Normalmente, há uma percepção distorcida da autoimagem e a excessiva influência do peso na auto estima”, acredita Dr. João.  O tratamento desses transtornos deverá ser  realizado por uma equipe multidisciplinar, composta de médico, psicólogo,  nutricionista, sendo  de grande importância, também, a participação da família para a recuperação do paciente.

Estudo revela que Instagram é a rede social mais prejudicial à saúde

Sabe aquele baixo astral que dá quando você fica muito tempo nas redes sociais? Não é só com você. Além do tempo perdido, as horas conectado também afetam nossa saúde mental. Pelo menos é o que diz um estudo realizado pela instituição de saúde pública do Reino Unido, Royal Society for Public Health, em parceria com o Movimento de Saúde Jovem. As informações são da Superinteressante.

A coisa funciona como uma droga: quanto mais tempo você passa diante do celular ou do computador, mais tempo você quer ficar. Segundo estudo, redes sociais são mais viciantes que álcool e cigarro. Dentre elas, o Instagram foi avaliado como a mais prejudicial à saúde mental dos jovens.

Entenda

Os resultados mostram que 90% das pessoas entre 14 e 24 anos usam redes sociais – mais do que qualquer outro grupo etário, o que os torna ainda mais vulneráveis a seus efeitos colaterais. Ao mesmo tempo, as taxas de ansiedade e depressão nessa parcela da população aumentaram 70% nos últimos 25 anos.

De acordo com o estudo, os jovens avaliados estão ansiosos, deprimidos, com a autoestima baixa, sem sono, e a razão disso tudo pode estar nas redes sociais.

Ao longo da pesquisa, 1.479 indivíduos entre 14 e 24 anos tiveram que ranquear o quanto as principais redes (Youtube, Instagram, Twitter e Snapchat) influenciavam seu sentimento de comunidade, bem-estar, ansiedade e solidão.

Instagram vilão e YouTube herói?

O estudo mostrou que o compartilhamento de fotos pelo Instagram impacta negativamente o sono, a autoimagem e a aumenta o medo dos jovens de ficar por fora dos acontecimentos e tendências.

Segundo a pesquisa, o site menos nocivo é o YouTube, seguido do Twitter. Facebook e Snapchat ficaram em terceira e quarta posição, respectivamente. Apesar do Youtube ser um dos sites que mais deixam os jovens acordados até altas horas, o site foi avaliado como o que menos prejudicou o bem-estar dos participantes. Instagram, em contrapartida, recebeu mais da metade das avaliações negativas.

Sete em cada dez voluntários disseram que o app fez com que eles se sentissem pior em relação à própria autoimagem. Entre as meninas, o efeito Instagram foi ainda mais devastador: nove em cada dez se sentem infelizes com seus corpos e pensam em mudar a própria aparência, cogitando, inclusive, procedimentos cirúrgicos.

E o Snap?

O Snapchat também não foi tão animador. O app de mensagens multimídia instantânea teve os piores resultados: é o que contribui para privação de sono e o sentimento de ficar por fora (FOMO).

Cyber-bullying

Muitos jovens destacaram o fato de sofrerem bullying nas redes sociais, sendo o Facebook o pior neste quesito – dois terços dos entrevistados acreditam que a rede de Zuckerberg deixa o cyber-bullying ainda mais cruel. A “vida perfeita” compartilhada nas redes sociais faz com que os jovens desenvolvam expectativas irreais sobre suas próprias vivências. Não à toa, esse perfeccionismo atrelado à baixa estima pode desencadear sérios problemas de ansiedade.

Alerta

Os pesquisadores dizem que os usuários que passam mais que duas horas diárias conectados em mídias sociais são mais propensos a desenvolverem distúrbios de saúde mental, como estresse psicossocial.

As autoridades de saúde que realizaram o estudo pedem que as plataformas mandem mensagens e alertas para prevenir o uso descontrolado das redes e criem ícones especiais para indicar quando as fotos forem editadas, prevenindo assim que as pessoas se sintam mal em relação a sua aparência.

Os cientistas também sugerem que as redes auxiliem a identificar sinais de que os usuários estão passando por problemas de saúde mental através do conteúdo publicado e que ofereçam algum tipo de suporte emocional a essas pessoas.

“As plataformas que supostamente ajudam os jovens a se conectarem podem estar alimentando uma crise de saúde mental “, afirmou a Royal Society for Public Heath, na divulgação dos resultados da pesquisa.

Conheça 12 mitos e verdades sobre a ansiedade

A ansiedade pode até ser bastante discutida, mas ainda há muitas dúvidas sobre esse distúrbio que atinge milhões de pessoas no mundo todo. Confira o que é verdade e o que é mito em relação a esse transtorno.

1 – Animais de estimação podem ajudar pessoas ansiosas

VERDADE. Sabe aquela alegria ao encontrar seu animal de estimação ao chegar em casa? Pois é, estudos apontam que conviver com um bichinho traz inúmeros benefícios para a saúde — entre eles, diminuir a ansiedade. Segundo uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Virgínia (EUA), após sessões de recreação e terapia assistida com os pets, pacientes com distúrbios psicóticos, do humor e outros transtornos foram avaliados e apresentaram reduções significativas nos índices de ansiedade.

2 – Certas bebidas amenizam e outras intensificam os sintomas da ansiedade

MEIA VERDADE. Água com açúcar, chás, bebidas com cafeína… Dependendo do momento e da sua situação, é bem provável que uma bebida quente traga algum conforto. Porém, é preciso dizer: chá de camomila e suco de maracujá, por exemplo, têm apenas efeito placebo (aquele sentimento de cura que não tem comprovação científica), ou nenhum efeito. “De maneira geral, para apresentar algum resultado, essas bebidas precisam ser ingeridas em grande quantidade”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, Antônio Geraldo da Silva.

Já substâncias como a cafeína, presentes em alguns tipos de chás, refrigerantes em geral, achocolatados e, principalmente, no cafezinho, interferem nos níveis de vários neurotransmissores, funcionando como estimulantes. Em alguns casos, é possível associar a cafeína à ansiedade, dependendo da quantidade ingerida e do organismo de cada indivíduo.

3 – A ansiedade está ligada ao envelhecimento

MEIA VERDADE. Não é que a pele fique mais enrugada instantaneamente ou que os pés de galinha se multipliquem. Mas, em nível celular, esse envelhecimento precoce pode mesmo acontecer. Transtornos de ansiedade podem ter conexão com o envelhecimento precoce das células de pessoas de meia-idade — é isso que aponta um estudo realizado por pesquisadores do Bringham and Women’s Hospital, ligado à Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Durante a pesquisa, o envelhecimento celular precoce era uma característica comum em todas as mulheres que descreveram sintomas do transtorno de ansiedade. Nessas participantes, as células aparentavam ser seis anos mais velhas que o normal.

4 – Afastar-se da causa da ansiedade faz com que ela suma

MITO. Evitar a ansiedade tende a reforçá-la. De acordo com a Anxiety and Depression Association of America (ADAA), suprimir seus pensamentos torna-os mais fortes e frequentes. Esquivar-se do sentimento não é uma boa saída, pois passa a impressão de que nada está acontecendo — e quanto mais se evita o problema, pior ele fica. Inclusive, em fobias, as técnicas costumam ser de enfrentamento e não de evitação – passo a passo o paciente é aproximado do motivo da fobia.

5 – Exercícios respiratórios podem ajudar durante crises

VERDADE. A respiração é um dos mecanismos de controle durante uma crise de ansiedade, mas seus efeitos variam para cada pessoa. Os exercícios respiratórios se mostram eficazes e estão presentes na terapia cognitivo-comportamental e na meditação, ambas eficazes no tratamento da ansiedade.

6 – Bebidas alcoólicas ajudam a combater a ansiedade

MITO. Após um longo dia de trabalho, uma cerveja gelada no bar não é nenhum pecado, não é mesmo? Só que nem sempre aquele happy hour é inocente. Em muitos casos, as pessoas com ansiedade podem recorrer a artifícios como as bebidas, para tentar escapar de uma sensação, que, na verdade, precisa de acompanhamento médico. A impressão de tranquilidade trazida após goles e goles é passageira – e pode acarretar ainda mais problemas, como a dependência. Um artigo publicado pelo Instituto Nacional de Abuso de Álcool e Alcoolismo (EUA) explica que pessoas com altos níveis de ansiedade relatam que o álcool as ajuda a se sentir mais confortáveis em situações sociais. Assim, não é surpreendente que indivíduos com transtorno de ansiedade social clinicamente diagnosticado tenham uma maior incidência de problemas relacionados ao álcool do que a população em geral, graças ao alívio temporário.

7 – Impotência e ejaculação precoce são sintomas de ansiedade

MEIA VERDADE. Um grau leve da sensação pode ser positiva para homens e mulheres – induz a excitação e pode até facilitar o orgasmo. No entanto, casos mais graves de ansiedade são realmente prejudiciais. Homens com ejaculação precoce podem ter até 2,5 vezes mais chance de ter ansiedade grave. Há estudos que indicam prevalência de homens que apresentam disfunções sexuais entre os diagnosticados com transtornos de ansiedade.

8 – Ter um hobby combate a ansiedade

MEIA VERDADE. Hobbies e passatempos em geral podem auxiliar pessoas com sintomas de ansiedade. Entretanto, se o indivíduo já foi diagnosticado com transtorno de ansiedade, apenas atividades ocupacionais ou de lazer não serão suficientes para que ele se cure. “Quando você usa medicação, psicoterapia e acrescenta hobbies, você ajuda o tratamento. Mas sempre temos que diferenciar a ansiedade sintoma da ansiedade doença”, afirma Antônio Geraldo da Silva, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria. Ou seja, apenas um ansioso não patológico pode melhorar.

9 – Lugares, objetos e até cheiros podem gerar crises de ansiedade

VERDADE. Uma pessoa com transtorno de ansiedade pode ficar mais sensível até diante de uma situação corriqueira. De acordo com o presidente da ABP, lugares, objetos e cheiros podem, sim, agir como gatilhos para o aparecimento de sintomas da ansiedade e estão relacionados às vivências anteriores de cada indivíduo.

10 – Ansiedade pode ter relação com doenças gastrointestinais

VERDADE. De acordo com um estudo realizado na McMaster University, no Canadá, o intestino humano abriga quase 100 trilhões de bactérias que são essenciais para a saúde — inclusive para sua cabeça. As vias de comunicação estabelecidas pelo intestino incluem, por exemplo, o sistema nervoso e o sistema imunológico. A pesquisa sugere, com base em recentes descobertas, que a microbiota intestinal é um importante fator na forma como o corpo influencia o cérebro e interfere no risco de doenças, incluindo ansiedade e transtornos de humor.

11 – Tentar se distrair ajuda a acalmar pessoas ansiosas

MEIA VERDADE. Ações que distraem (como espreguiçar-se, contar o número de lâmpadas do ambiente ou enumerar objetos que estejam ao redor) são capazes de relaxar e retirar as pessoas do foco. Mas, atenção: isso só é válido para uma crise de ansiedade comum, diferente de crises em que a ansiedade já está no estágio de transtorno ou doença. “

12 – Maconha causa ansiedade

MEIA VERDADE. O uso da maconha pode despertar ansiedade da mesma forma que pode aliviar a tensão, tudo depende de como é usada: quantidade, experiência prévia e contexto. Pesquisas têm demonstrado o envolvimento da maconha na regulação das emoções. O artigo publicado pelo periódico científico Revista da Biologia, da USP, explica que o uso da cannabis pode causar efeitos ansiolíticos, ansiogênicos ou ocorrência de ataques de pânico. Usuários crônicos, de acordo com a publicação, relatam uma redução na ansiedade e alívio da tensão após o consumo, uma das razões para o uso contínuo da maconha.

Saiba como o Viagra age no organismo minuto a minuto

Você sabia que a substância atinge o potencial máximo 57 minutos após o consumo? Entenda como a pílula funciona no corpo minuto a minuto

Muitos homens recorrem ao Viagra quando descobrem que sofrem com a disfunção erétil. O problema afeta quase metade da população masculina com mais de 40 anos e os motivos são variados: desde o uso de determinadas medicações até o excesso de consumo de álcool e o mau fluxo sanguíneo para o pênis.

Os efeitos da Viagra são conhecidos, mas será que você sabe exatamente como a substância funciona no corpo? O portal britânico “Daily Mail” listou as principais ações da pílula minuto a minuto no corpo; confira:

Primeiros 12 minutos

Nesse período de tempo, a droga é rapidamente absorvida pelo corpo e alguns homens podem apresentar uma ereção muito rapidamente. Um componente do sistema vascular faz com que as paredes dos vasos sanguíneos relaxem e dilatem para o sangue fluir facilmente. Nesse momento, então, a substância já está atuando.

27 minutos

Se você não observar alterações nos primeiros 15 minutos, a ereção deve ocorrer em cerca de meia hora. Os pesquisadores acreditam que o tempo médio de resposta da substância é de 27 minutos, mas eles lembram que isso é apenas uma média. A resposta pode variar de acordo com as características fisiológicas de cada indivíduo.

57 minutos

Esse é o período em que a substância atinge o potencial de ereção máxima, já que é o momento que o sangue tem a maior concentração do medicamento. Por isso, recomenda-se tomar a pílula entre meia a uma hora antes de ter relações sexuais. Um estudo aponta que muitos homens são incapazes de alcançar ereções que duram mais de 30 minutos uma hora após tomar o comprimido.

4 horas

A cada quatro horas que permanece no corpo, os efeitos da substância são reduzidos pela metade. Alguns homens confundem a informação de redução dos efeitos com o aviso de que uma ereção contínua e ininterrupta por quatro horas pode deixar a pessoa incapaz de ter relações sexuais. Os pesquisadores reforçam que são coisas diferentes.

10 horas

Os cientistas descobriram que mesmo após 10 horas após o uso do medicamento, os homens ainda poderiam ter ereções por uma média de 23 minutos. E acredita-se que 12 horas após o homem ter tomado o Viagra, a duração média das ereções é de 16 minutos.

Incolor? Versão transparente de café promete não deixar os dentes amarelados

Uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, o café nos traz energia e prazer, mas em troca da ingestão excessiva alguns males para a saúde podem suceder. Como quem ama café costuma tomar pelo menos uma xícara diariamente, é bastante comum, dentre os verdadeiros amantes da bebida, que os dentes acabam amarelando um pouco sua tonalidade ou manchando sua superfície.

Trata-se de uma consequência pouco grave mas bastante visível e, em nome do amor pelo café e do ódio pelas manchas e pelo amarelar dos dentes, dois irmãos eslovacos criaram a perfeita solução para tal dilema: o primeiro café transparente do mundo.

Apaixonados por café, os irmãos David e Adam Nagy tanto procuraram por um café mais claro, que não manchasse seus dentes que, diante do insucesso da busca, decidiram por realizar essa versão exótica da bebida eles mesmos. Assim nasceu o Clear Coffee, ou CLR CFF, um café transparente, feito com água, grãos de café Arábica, sem qualquer adição de adoçantes ou açucares.

O segredo da transparência não foi revelado, mas os irmãos garantem que o CLR CFF não possui nenhuma química prejudicial à saúde.

As críticas a respeito do sabor do café transparente foram divididas: enquanto o jornal The Evening Standard afirmou se tratar de uma bebida com forte potencial para se tornar uma excelente bebida gelada, o Metro afirmou que o sabor parece mais com um café “reciclado”, como se alguém tivesse derramado água quente sobre um filtro com pó velho e bebido.

Talvez a cor seja parte do charme e do sabor da bebida, mas se o CLR CFF vai se tornar um sucesso sólido ou um mero modismo exótico de ocasião, isso só o futuro – e a cor dos nossos dentes – dirá.

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